18.11.11

Este é o meu corpo.

"Todas as mortes são violentas. Sobretudo para os que cá ficam.
De repente, aquele corpo transforma-se noutra coisa que já não nos pertence, que não conseguimos atingir. 
A pele adquire uma estranha qualidade de transparência.

Torna-se translúcida, como se tivesse sido lavada, esfregada, esticada até ao limite. Evitamos tocar-lhe para que o feitiço não se quebre e limitamo-nos a olhá-la de longe, com uma certa inveja daquela aura limpa que a envolve. Afinal, a morte é como as limpezas de Primavera ou de Outono: organizada e, sobretudo, purificadora."
in Este é o Meu Corpo, Filipa Melo. 1ª Edição: Outubro 2001.

15.11.11

La piel que habito.

Também habitamos pele. Ainda não vi o filme (shame on me) e estava à espera de o ver antes de colocar o post… mas o HN deu-me a deixa no post anterior :)

[Então ainda não estreou? E eu que pensava que estava a falhar… pelos vistos ando baralhada com as datas.]

14.11.11

Paredes.

[Trabalho e Fotografia: Vhils]
Porque os sítios que habito também têm pele.

8.11.11

Por todas as razões…


e porque não há beijo sem pele.
[Não falo de beijinhos, bjs, bj ou iarrrrg bjinho. 
Não gosto de truncar palavras que significam tanto]